Antes de mais nada quero pedir desculpas pelo post, a nossa querida Fê fez um post bacanudo e eu nem deixei ela terminar o concurso, mas não dá para deixar passar em branco o acontecido na UNIBAN.
Eu já assisti todo o tipo de vídeo, mas devo confessar que este me revoltou, tanto que, não consegui assistir tudo da primeira vez.
Este vídeo foi veiculado aqui na mídia japonesa e espero que nenhum japonês venha comentar comigo, pois o acontecido realmente me envergonha.
Qual o futuro do nosso país?
Não bastasse os filhinhos de papai colocando fogo em índio, espancando empregada domestica e agora tem também a futura elite brasileira tomando este tipo de atitude retrógada?
Por sorte não havia pedras por perto, pois com certeza ela seria apedrejada, tudo por causa de um vestido curto.
Não sei agora, mas antes as pessoas que freqüentavam faculdades e universidades preocupavam-se com coisas mais importantes.
Uma vez a Li reclamou que os colegas de faculdade dela pareciam crianças e eu achei que era um pouco de exagero, mas depois do caso da “loira da UNIBAN” eu acredito em tudo.
Em pleno século 21, parar as aulas da noite para perseguir, xingar, tocar, fotografar, ameaçar de estupro e cuspir, tudo por causa de um vestido curto, é para ficar pasmado.
E ainda houve um imbecil que, provavelmente não gosta de mulher, publicou um vídeo no youtube com o titulo “Puta sendo expulsa da Uniban”.
Família são aquelas pessoas colocadas na sua vida sem que você saiba exatamente por que. Genéricos são mais do que uma família.
Amigos são aquelas pessoas que você conhece todos os defeitos e mesmo assim gosta deles. Genéricos são mais do que amigos.
Parceiros são aqueles que se unem para um trabalho, um projeto ou um objetivo em comum. Genéricos são mais do que parceiros.
Genéricos cultivam música, flores, poesia e amigos. E tudo isso se multiplica em velocidade incomum! PAPUM!
Genéricos divergem sobre política, religião e futebol.
Tem genérico que acredita em fadas, ET e mapa astral.
Tem genérico empresário, músico, poeta, ator, jornalista, servidor, fotógrafo, professor, advogado e escritor. Todos precisam de um psiquiatra!
Genérico é igual à formiga. Sempre tem um onde você menos espera. Genérico está em todo lugar, no interior ou na capital. Tem até genérico internacional. Tem genérico que sempre está lá. E genérico que nunca apareceu.
Genéricos já acreditaram em Papai Noel, coelho da páscoa, homem perfeito e mulher ideal. Alguns já acreditaram em sindicalismo, socialismo, parlamentarismo e (não espalhem) até no PT!
Genéricos já lutaram por dias melhores, por melhores condições de trabalho, por uma Educação melhor. Teve genérico que já foi queimado por lutar.
Genéricos têm problemas de saúde, problemas financeiros e problemas amorosos.
Tem genérico famoso, desconhecido e escondido. Alguns não existem, mas acreditamos neles!
Genéricos não têm preconceito, têm orgulho! Orgulho de quem são e de seus amigos.
(Escrito por Fê e palpitado por Vi)
Fê é genérica, Tofolétti e candidata a ser a mais nova prima da Rose!
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Defina o que é ser genérico, mesmo que você ainda não seja um!
A melhor resposta receberá um exemplar do livro “Blônicas 2” (contendo 50 crônicas de 49 excelentes escritores e eu, é claro!).
Data prevista para a escolha do melhor comentário: 9 de novembro.A escolha será feita pela diretoria do BloGenérico!
Em frações de segundos, que pareciam uma eternidade, lembrou-se dele indo embora, com as mãos no bolso sem olhar para trás. Ela permaneceu sentada no meio-fio, não chorou, mas sentiu uma lágrima, a primeira de um rio. Vinte anos em frações de segundos.
- Não acredito! É você mesmo Isabel?!?! – ele estava pasmado.
Ela demorou a responder, não conseguia raciocinar direito. Vinte anos depois, reencontrar o primeiro amor de sua vida, no mercado, cheia de compras, usando jeans e camiseta, numa TPM monstruosa, só poderia acontecer com ela. Ele continuava com aquela carinha de menino. Jeans, camiseta e tênis, claro que já era um quarentão grisalho, mas a aura do menino permaneceu.
- Marco! Quanto tempo! – foi a única coisa que ela conseguiu responder.
- Que coisa, hein? Já faz tempo, né?
- Vinte anos e dois meses.- foi categórica, era a única coisa que ela sabia com exatidão naquele momento.
Marco fez a menção de abraçá-la, mas instintivamente estendeu a mão, ele percebeu, mas puxou-a para si, ele queria sentir o cheiro dela, queria sentir aquele corpo, mesmo que por segundos, mesmo que pela última vez.
Ela gostou, na verdade queria sentir aquele abraço, queria saber se a sensação era a mesma de vinte anos atrás e de repente o mundo parou, eles disseram tudo o que queriam na ternura e no silêncio daquele abraço.
-Que tal um café? - perguntou Marco
- Claro! Mas antes me ajude a guardar as compras. – respondeu sem pensar na casa, no marido e nos filhos.
Isabel estava na fase do “balanço”, descobriu que estava acostumada com o pai de seus filhos, aquela ferveção passional acabou logo após o nascimento do primogênito, casada há quase dezenove anos empurrava o casamento com a barriga por quase dezesseis, coisas que foram construídas em conjunto, filhos, conforto, família. O divórcio seria desperdício, então ela fingia que estava tudo bem e sonhava com o dia que pediria a separação.
Começaram a conversa com assuntos banais, mas depois das compras guardadas, o café servido, eles entenderam que era melhor ir direto ao assunto, sem rodeios, fazer como antigamente perguntas e respostas sem medo ou restrições. E aos poucos eles conversavam como há vinte anos.
- Marco, me fala de sobre você, o que você anda fazendo? Casou? Tem filhos?
- Falo sim, acabei de me separar, depois de quinze anos de casado percebi que eu nunca amei a mãe dos meus filhos, percebi que desde que a conheci ela usava uma máscara e que com o tempo essa máscara caiu. Certa vez fomos viajar com as crianças e ela começou a reclamar. Sabe aquele discurso pronto do Gasparetto? Aquele papo de anulação, patatí , patatá.
- Por que você está rindo? Perguntou Marco.
- Eu também já usei este discurso. Respondeu Isabel
- Tudo bem, acho que toda mulher usa, mas ouvir por trezentos quilômetros durante a ida e mais trezentos na volta haja paciência! Vai ser chata assim lá em Piracaia.
Os dois caíram na gargalhada.
-A verdade é que depois daquele dia comecei entender que já não conhecia mais aquela mulher, era outra pessoa, em todos os sentidos. – Isabel não conseguiu sentir uma ponta sequer de compaixão pela mulher de Marco.
-Ela andava infeliz e eu também, então um belo dia após uma discussão boba, mas boba mesmo, eu sugeri o divórcio e ela aceitou numa boa. – concluiu Marco.
-E você, como anda a vida? – perguntou curiosamente
Neste momento o coração de Isabel disparou, ela ficou aflita e estranhamente, após alguns segundos senti-se calma, afinal estava conversando com Marco, o grande amor de sua vida. Ela apenas olhou fixamente nos olhos de Marco e ele pode tirar as conclusões, o silêncio se fez presente por um tempo.
Marco segura a mão de Isabel e com os olhos vermelhos diz o que os dois sabiam desde o início, desde vinte anos atrás.
- Eu te amo como nunca amei ninguém em minha vida, você foi, é, e sempre será meu único amor e eu queria ter dito isto no instante que te vi.
Isabel desmoronou, aquele sentimento tão antigo parecia estourar em seu peito novamente, agora, mais que nunca, ela sabia que Marco era o seu grande e eterno amor.
- Te amo igual, não tem um dia em que eu não pense em você.
Refeitos, eles caminham juntos em direção ao estacionamento e foi ali que eles trocaram o beijo mais apaixonado de suas vidas, era inevitável, incontrolável, irracional, era apenas desejo, paixão. Se fosse possível escolher o momento da morte, os dois escolheriam este.
Trocaram os números de telefone, e-mail, prometeram que jamais se distanciariam novamente e que algum dia iriam morar juntos na praia brava, um antigo sonhos que os dois dividiam.
Depois deste dia, Isabel ficou mais bonita, mais feliz, ela estava apaixonada novamente. Marco encontrou um motivo para voltar a sonhar, as tardes ou manhãs que eles passavam juntos, amando, conversando, sonhando, valiam qualquer risco ou esforço, Marco nunca cobrou nada de Isabel, pois sabia que ela o amava, Isabel não via a hora do caçula terminar a faculdade, ela queria passar o resto de sua vida ao lado de Marco, na praia brava, caminhando ao entardecer com o seu único amor.
Durante o ano todo fotografei meus meninos e seus movimentos em P&B, em momentos de descontração, distraídos, no meio de uma brincadeira. Esse desafio veio na minha cabeça depois de alguns textos de Walter Benjamim discutidos em um grupo de estudos na USP no qual participei esse ano. Outra grande colaboradora foi Adriana Silva, mestre em estudo de imagens e cinema para crianças da UNICAMP. Há um bom tempo eu vinha procurando teoria para justificar meu trabalho com as fotos, que foge completamente das poses clichês que fazem os coitadinhos posarem, estáticos, com aquelas roupas rídiculas,sem nenhum envolvimento com a realidade infantil. É muito mais bonito observar seus movimentos no cotidiano! As fotos ficaram em exposição no Paço das Artes no mês passado,depois de muita luta e eu bancando as ampliações, num congresso de educação. O vídeo, bem...sabe né? ninguém tem interesse de mostrar um trabalho diferenciado. Ainda estou aprendendo a montar vídeos, mas gostaria de dividir com vocês... observem as fotos...o gesto único de cada criança... e como sempre falo, só continuo na educação por causa delas!!!
Beijos a todos!!
Rose Tóffoli é Genérica, arte educadora e não comemorou dia dos professores!
RG, Passaporte e CPF unificados. Vigorará em um ano! É o Cadastro Único, ou ainda Cidadão Unificado. Simplificando... CU!! Portanto, cidadão brasileiro, pra evitar dissabores, mantenha o seu CU limpo. Ao menos à partir do próximo ano.
Já faz um tempinho que não posto nada, na verdade é muito trabalho e pouco dinheiro...rs.
Como todos sabem aconteceu aqui o “brazilian Day in Tokyo” e bem diferente do que foi mostrado no plim-plim quem fez o show este ano foi o público, dois dias de pauleira para tirar água de pedra.
Em breve colocarei o link para o download do DVD, creio que vale a pena conferir a festa e conhecer a Emellym, na semana passada terminei um vídeo que neste momento está sendo distribuído no Itamaraty, durante a II conferência das comunidades brasileira no exterior.
No domingo dia 11 participei de um evento em Odayba (Tóquio) promovido pela redbull, muito bom em todos os aspectos, eu estava mesmo precisando tirar o stress, fazer algo por prazer e esta corrida caiu do céu.
Deixo aqui um humilde vídeo sobre o evento e desculpem por não legendar, pois o vídeo é direcionado para o público japonês, mas não significa que vocês não podem curtir essa maluquice nipônica.
Eu tenho uma mania... Plantar árvores!! Foram muitas. Não contei porque não precisa. Faço sempre desse ato uma homenagem a qualquer pessoa que conheço no dia a dia. Já plantei mais de uma muda pra uma mesma pessoa. Num primeiro momento, um pé de Manacá, por ser pequeno, de pouca sombra, como eu avaliara a personalidade daquele comandante. Depois, vivendo ao lado e conhecendo os atos e tendo melhores referências, plantei uma Figueira. Essa paixão vem junto comigo e faz tempo... Nascí em Sampa, numa época em que meu pai, já pai de duas meninas, trabalhava como motorista na antiga fábrica de geladeiras da Gelomatic... Pompéia... Abril, 1963. Dia nove nascendo. Eu, de parto normal também... Uma da matina, saca? Paizão, com quase ou nenhum desses direitos que todo pai tem hoje, foi logo trabalhar e comeu, por falta de marmita, um abacate... Depois espetou com palitos de fósforos o caroço, ou semente... Colocou num copo, água, pra mais da metade, quase cheio. Brotaram folhas verdes e logo a semente achou o chão... Outros, depois cuidaram e fizeram daquela árvore uma frondosa senhora. Uma respeitosa flora que sempre deu boas vindas aos que estiveram por alí.
Betho Donegá é Genérico, desde sempre. Planta árvores toda semana e pensa ter alguma história pra repartir.
Em homenagem à nossa querida Bella, Bellissima, AsMina das Mooca, Bella das Porpeta, também conhecida pela alcunha de IVONE DE FÁTIMA,estão querendo preservar o 'mooquês', a pronúncia cantada e italianada característica do bairro da Zona Leste de São Paulo.
O vereador Juscelino Gadelha entrou com um pedido inusitado no Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental de São Paulo (Conpresp). Ele quer tombar o ‘mooquês’, aquele sotaque cantado e italianado do bairro da Mooca, fundado em agosto de 1556.
‘ Meeu, é o seguiiinte: a cidade passa por uma transformação tão brusca que, se essas medidas não forem tomadas, tudo vai se perder ’, explica Gadelha, que, claro, é nascido na Mooca. ‘”Só nóis falamo com o ‘r’ puxado e comendo o ‘s’ das fraaase (sic)”.
A pronúncia característica data do final do século XIX, quando imigrantes italianos passaram a habitar a região. Como o plural da língua italiana não prevê o ‘s’, eles tinham dificuldade em pronunciar essa letra no final das palavras, costume incorporado também pelos descendentes. O mooquês aparece nas canções de Adoniran Barbosa e nos poemas de Juó Bananére, pseudônimo do poeta Alexandre Marcondes Machado, que no início do século parodiava a fala dos moradores da região.
“A Mooca é uma comunidade linguística e quem é de lá se reconhece pela melodia das frases”, afirma o professor Mauro Dunder, mestre em literatura portuguesa e autor de um estudo sobre o vocabulário mooquês. Em 2005, ele pesquisou o modo de falar de moradores. Encontrou palavras nunca antes vistas no dicionário, como capucheta (pipa) e carcanhá (calcanhar). Expressões como ‘belo’, ‘meu’ e ‘ma vá’ são usadas até hoje.
Caso seja aprovado, o mooquês será o primeiro bem imaterial protegido da cidade. Apenas 15 patrimônios desse tipo estão registrados no país pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). É o caso, por exemplo, do samba de roda do Recôncavo Baiano e do frevo. No processo de tombamento, o Iphan exige a apresentação de vídeos, gravações, fotos e outros materiais que possam comprovar a importância do que se está querendo preservar.
O BLOG GENÉRICO, desde já oferece ao Instituto os textos e comentários postados, além de vídeos e áudios da nossa mooquense querida.
“Porca pipa! E num é qui me vão tombá As Mina! Cuidado aí mêo, que as Bella me é patrimônio dos Genérico!”
(Matéria de MARIA PAOLA DE SALVO e DIRCEU ALVES JR. na VEJA São Paulo, com pequenas alterações).
O Itaú Cultural apresenta a terceira edição do projeto Ocupação, dedicada ao poeta, romancista, compositor e tradutor Paulo Leminski. Ocupação é um projeto d incentivo a Arte Contemporânea. A exposição, com curadoria de Ademir Assunção e consultoria da poeta Alice Ruiz, é uma oportunidade para vários perfis de público tomar contato com a obra de Leminski – por meio de poemas, composições, depoimentos em vídeo, manuscritos e textos inéditos. A visitação da exposição irá até dia 8 de novembro! Estive por lá hoje e posso dizer que fiquei emocionada, com as poesias nas paredes, os cadernos de anotações, os vídeos, infelizmente não me deixaram fotografar. São Paulo nos últimos meses tem trazido exposições maravilhosas e gratuitas! Estou aproveitando para nutrir minha alma e meu olhar!
um deus também é o vento só se vê nos seus efeitos árvores em pânico bandeiras água trêmula navios a zarpar
me ensina a sofrer sem ser visto a gozar em silêncio o meu próprio passar nunca duas vezes no mesmo lugar
a este deus que levanta a poeira dos caminhos os levando a voar consagro este suspiro
nele cresça até virar vendaval
P.L.
Rose é Genérica perdida na paulicéia sem estrelas!
Era domingo. Noitinha caída. Pizzas já degustadas e aquele papo gostoso em família. Além de pai e mãe, apenas um genro e uma nora, bastantes queridos e os filhos alí, juntos, ouvindo baixinho um básico Língua de Trapo numa disqueteira onde se revezavam cinco Cd`s da "caixinha mágica" da própria banda, pouco tempo antes lançada. O pai em questão, orgulhoso pela rara oportunidade disso estar acontecendo, falava da época em que aqueles discos haviam sido lançados originalmente. Falava das pessoas próximas daquela época ainda perto, mas com um sentimento de eterna saudade. Contava do dia em que os caras do Língua foram pra final de um Festival da Globo com uma música que falava que metaleiros também amavam, como se isso fosse impossível. E pra falar a verdade, naquela época era mesmo difícil acreditar que os Linguotrapianos estavam alí se apresentando naquela situação. O pai em questão, discorria também, sobre outras bandas e artistas daquela época e se emocionava. Caramba! Todos pareciam estar hipnotizados com aquela narrativa. Era uma atenção inédita, que cobrava do narrador uma fidelidade que ele buscava manter o mais próximo da realidade, como se fosse a dissertação não apenas sobre a banda em questão, mas também sobre o seu próprio passado. Falava orgulhoso dos amigos daquele tempo. De como eram as características de cada um. Das preferências de todos, que sempre desembocavam naquela galera que, amiúde, se apresentava no Lira Paulistana ... E toca explicar o que era o Lira... E toca prometer pra outra jam, discos do Arrigo, Itamar, Premê, Tiago Araripe, Rumo e quetais... Mas o que mais tocou cada um, na realidade, foi saber que hoje em dia e desde aquela época o Língua de Trapo, continua vivo, pulsando forte, estremecendo bases com humor e sarro. Um "ser", que ainda toca cada um que os ouve de forma especial e diferenciada. Prometí a todos, pelo que havia lido no BdL, num post recente do Sarruma, uma promessa vaga, de que a "coisa" estava viva e que teríamos lançamento novo. Aguardamos todos, ansiosos, em volta de novas pizzas ou outro repasto qualquer, uma nova oportunidade pra uma nova geração, reviver ou reinventar o nosso, agora, Língua de Trapo.
Betho Donegá é Genérico, Linguotrapiano, Bedeliano e ama ficar junto aos filhos e esposa, agregados e genéricos. Esses últimos, mesmo que de forma virtual!