Considerando os textos mais abaixo, falando de relacionamentos, escolha do parceiro ideal, casos que fracassaram e etc., e até da Martha Medeiros, relembrei-me deste que me foi enviado por uma amiga, como um desabafo. Na internet é creditado à Martha, mas já me disseram que poderia ser uma adaptação de outro de Luís Fernando Veríssimo... bem estão aí créditos aos dois.Ah, sim, eu dei uns pitacos aí também, para ficar mais a cara dos Genéricos, sem afetar o conteúdo.
“Quando eu tinha 15 anos, moça e sonhadora, esperava um dia ter um namorado... seria bom se fosse alegre e amigo...
Quando tinha 18 anos, encontrei esse garoto e namoramos; ele era meu amigo, mas não tinha paixão por mim. Então percebi que precisava de um homem apaixonado, com vontade de viver, que se e me emocionasse...
Na faculdade saía com um cara apaixonado, mas era emocional demais! Tudo era terrível, era o rei dos problemas, reclamava o tempo todo e ameaçava suicidar-se. Descobri então, que precisava de um rapaz estável.
Alguns namorados depois, quando já tinha 25 anos, encontrei um homem bem estável, sabia o que queria da vida... mas era muito chato: queria sempre as mesmas coisas - dormir no mesmo lado da cama, feira no sábado e cinema no domingo. Era totalmente previsível e nunca nada o excitava. A vida tornou-se tão monótona que decidi que precisava de um homem mais excitante.
Mais alguns casos e, aos 30, encontrei um tudo de bom. Brilhante, bonito, falante e excitante... mas não consegui acompanhá-lo. Ele ia de um lado para o outro, sem se deter em lugar algum. Fazia coisas impetuosas, paquerava com qualquer uma e me fez sentir tão miserável, quanto feliz. No começo foi divertido e eletrizante, mas sem futuro. E infelizmente levei anos para concluir isso. Decidi então buscar um homem com alguma ambição para com ele construir uma vida segura.
Procurei bastante, incansavelmente...
Só quando cheguei nos 39 é que encontrei um homem inteligente, ambicioso e com os pés no chão. Apartamento próprio, casa na praia, carro importado e... incrível... solteiro e sem rolos! Pensei logo em casar com ele. Mas era tão ambicioso que me trocou por uma herdeira...
Já se passaram vários anos em outras buscas, até eu concluir que nada disso interessa...Hoje, depois de tudo isso, gosto mesmo é de homens com pinto duro...
E só!
Nada como a simplicidade... “
JR é originalmente Genérico e (reforçando) está apenas transcrevendo o texto e o desabafo de sua amiga.
Filhos de Jrkage com uma ninja (cujo nome só sabemos o primeiro Klaragin), viemos para Sampa com apenas quatro anos. Quando nos tornamos conhecidos como Kyllkysab e Rosepapunk, voltamos a Itakobera para ser homenageados pela prefeita Minas da Moka em uma festa, e descobrimos que a Vila estava em perigo. Tentamos negociar com os traficantes de Guioza e acabamos nos envolvendo com o trafico, chegando a quase nos tornarmos os grandes Kyllkysab e Rosepapunk do Morro do Bambuzal… Mas nossa vida mudou quando voltamos a Vila Mimoza. Finalmente nossa carreira artística surgiu, foi em 2005 no Ídolos do SBT, concorremos com a música “Sakura a Perereka”. O sucesso veio no ano seguinte, na quarta edição do programa, lançando a canção “Casa de Ninja”, um dos nossos “clássicos”. O primeiro álbum, lançado em 2006, intitulado Ninjinhas da Vila, incluia, além de “Casa de Ninja”, obras-primas como “O Pequeno Ginsen”, “Quem é Da Vila da Folha Não Enjoa” e “Prá Que Shurukudi ?” entre outras menos populares como “Tadepapo Mulato” e “Guioza Maior”. Logo nos tornamos os mais respeitados artistas ninjas brasileiros. Nos igualando a Goku Pagodinho, Lin Min-mei e Alcione-Dochan entre outros intérpretes. Hoje, é impossível saber de cor todos os títulos que ganhamos. Toda essa história está no rico acervo em nossa vila natal. Entre os títulos guardados com carinho estão os de Cidadões Quase Paulistas, Cidadões Genéricos da Vila da Folha , Comendador Fuinha de Shiken e a Ordem do Mérito Guioza Cultural, por sua contribuição à cultura ninja com o sexy-no-Jiu-jitsu. Para cuidar de nossas diversas atividades, criamos o Grupo Empresarial Papunkyll, abrindo as portas para ninjas com um selo musical ( independente da Vila Oculta do Som, Otoduro no Sarto) e tivemos muitas parceirias como Jiraya Santos, Icha-Icha Domenico , Pituko San e Mariô San Reboxas.
Kyll e Rose são genéricos e ninjas artistas também.
Em uma relação nada é de repente, nenhuma decisão importante é tomada sem ser pensada e repensada. Existem pessoas que insistem em afirmar que tudo acaba sem aviso prévio, “do nada”, repentinamente.
A gota d’água só faz transbordar o copo, se houver distração, a planta morre por falta de cuidados e o resfriado torna-se pneumonia se não for tratado.
O medo da perda e da solidão, a comodidade de ter alguém por perto, para pedir ajuda, colo, sexo. Tem também a preguiça de começar de novo, a insegurança, o medo de ser “derrotado” pelo outro lado, afinal ninguém gosta de perder.
Toda relação adulta tem esse “Que” infantil, juntos ou não, essa competição velada, a necessidade em estar melhor que o outro.
Alguém já ouviu algum “ex” dizer que está na pior? Digo, publicamente. Ou até pedir desculpas por ter cometido algum erro? Creio que publicamente, ninguém é capaz de dizer isto.
Mas voltando ao assunto, quais são os sintomas de falência de uma relação?
Eu poderia enumerar várias, porém para não causar pânico, citarei apenas os “top hit’s”, não conseguir olhar nos olhos e dizer “eu te amo”, ficar irritado com os comentários do parceiro (a), falta de paixão ( no beijo, no sexo e no olhar), não confiar, não acreditar, ir para NewOrleans com o parceiro(a) e reclamar de tudo, o tempo todo, não admirar mais o parceiro (a), não conversar, etc...
Se você reconheceu alguns ou todos os sintomas citados acima em sua relação, existem duas opções:
Se você é teimoso (a), pode aplicar os remédios necessários, conversar e regar essa relação com muita força de vontade e determinação, e, talvez, eu disse talvez você tenha algum resultado.
Se você é prático (a), “arranque o que já morreu e plante uma nova semente”.
Para iniciar a semana, um presente para meus amigos Genéricos ou não!!! Se eu fosse citar um nome, poderia ser injusto com outros...mas a verdade é que aqui eu encontrei amigos que fazem parte da minha vida!!! Obrigado!
Amizades...
Amizades são feitas de pedacinhos... Pedacinhos de tempo que vivemos com cada pessoa. Não importa a quantidade de tempo que passamos com cada amigo, mas a qualidade do tempo que vivemos com cada pessoa. Assim, há amizades que são feitas de risos e dores compartilhados, há ainda aquelas que nascem e a gente nem sabe de que modo, mas que estão presentes. Talvez essas sejam feitas de silêncios compreendidos, ou de simpatia mútua sem explicação. Hoje em dia, muitas amizades são feitas só de e-mails, são as "amizades virtuais". Diferentes até, mas não menos importantes. Aprendemos a amar as pessoas sem que possamos julgá-las pela sua aparência ou modo de ser. Saint-Exupery disse: "Foi o tempo que perdestes com tua rosa que fez tua rosa tão importante". E eu digo que é o tempo que ganhamos com cada amigo que faz dele tão importante. Porque tempo gasto com amigos é tempo ganho, aproveitado, vivido. São lembranças para cinco minutos depois ou anos até. Podemos ter vários melhores amigos de diferentes maneiras. O importante é saber aproveitar ao máximo cada minuto vivido. "VOCÊ É RESPONSÁVEL POR TUDO AQUILO QUE CATIVA."
Passei duas semanas num Spa (na verdade um Hotel Fazenda) tentando cuidar do stress, do colesterol alto e suas consequências. Todos sabem o que é um SPA, certo? (complexo turístico, agora até urbanizado em clínicas, para lazer saudável, contato com a natureza e geralmente com atividades aquáticas). Mas talvez poucos saibam que a palavra ‘spa’ deriva da expressão latina “Salute Per Aqua” (saúde pela água).
Bem, mesmo lá, tive o desprazer de ouvir as velhas e grosseiras brincadeiras com a minha nacionalidade portuguesa, da qual muito me orgulho.
Falam mal dos portugueses como se eles não tivessem feito nada de bom neste mundo! É comum atribuírem a pecha de burro, de incompetente, de tolo, de estúpido, enfim de falta de inteligência e de perspicácia. Pois saibam que os portugueses foram, além de descobridores, grandes inventores. Poucos sabem que aquilo que os distanciam dos americanos é apenas marketing, muito bem feito por estes últimos, que assim acabam aparecendo como os melhores do mundo.
Inteligência, especialmente nessa atividade de invenções, criações, não precisa ser necessariamente traduzida por "grandes" feitos. Às vezes coisas simples e comuns, que sequer notamos no nosso dia-a-dia, são tão úteis que não saberíamos viver sem elas; porém nunca prestamos atenção, nunca damos o devido valor, o reconhecimento, ao criador, ao inventor.
Independentemente de quem são os criadores, podemos viver muito bem sem o foguete intercontinental ou espacial (alemães), sem a TV (russos), sem o PC (americanos), mas imagine sua vida sem o abridor de latas, sem o saca-rolha, sem o papel higiênico, sem as maçanetas, sem as janelas de vidro, sem sabão, etc. e etc.
Meu objetivo é chamar a atenção para essas coisas pouco lembradas ou notadas, mas extremamente úteis, algumas até imprescindíveis, para a existência ou funcionamento de outras.
Vou lhes dar um exemplo mais prático e conhecido: O automóvel. Vocês sabiam que durante muito tempo após sua criação pelos alemães e, depois, seu desenvolvimento e produção em escala pelos americanos, os automóveis não tinham limpador de para-brisas?! Pois é, eles não podiam ser utilizados em dias de chuva.
Interessante, né?! Pois então saibam, meus amigos, que o limpador de para-brisas, esse imprescindível equipamento dos automóveis em todo o mundo, foi uma invenção dos portugueses!!! Ok, os americanos apenas o colocaram para o lado de fora...
Amigos lindos e Genéricos, vocês já sabem que estou estudando Fotografia. Pois bem, cheguei ao módulo do nu artístico. Graças aos deuses, me livraram de nu feminino...Só me restou o nu masculino. Então vim aqui pedir voluntários para meu trabalho!!!! Genéricos estarei esperando ansiosa pela resposta de vocês!!!!
Primeiro dia: Ir até a janela e ficar olhando a lua, até esquecer que você tem que comer.
Segundo dia: Ir até a porta da frente. Levantar os olhos olhar para a lua. Pensar que a lua é um pedaço de queijo e entrar para comer só um pedacinho.
Terceiro dia: Desde as 5 da tarde ficar admirando o céu e esperar o aparecimento da lua. Olhar para a lua até ficar com torcicolo bem forte, que fará você esquecer que está com fome.
Quarto dia: Você já deverá estar bem fraco. Sem forças, o único remédio é ficar deitado, olhando para a lua.
Quinto dia: Deixe que a lua influencie a sua dieta. Se você começou na lua minguante, sinta-se minguado. Se começou na lua crescente, sinta sua fome crescendo a cada minuto. Se o início foi na lua nova, pense numa nova dieta, se esta falhar. Se foi na lua cheia, lembre-se do quanto seu estômago está vazio.
Sexto dia: Imagine-se na lua. Tudo lá é árido. Não tem nada para comer.
Setimo dia: É hora de completar o ciclo da sua dieta da lua, Prepare-se para encontrar São Jorge.
PS: Esqueçam o Senado! Precisamos tirar Sarney da Academia Brasileira de Letras! Foco, gente! F*deu o cara é imortal, o jeito agora é cortar a cabeça.
PS: PROMOÇÃO IMPERDÍVEL - Compre uma passagem da Air France e concorra a ingressos para show do Michael Jackson.
PS:Se quando a Xuxa morrer, tocarem as músicas dela quanto tocaram M. Jackson esses dias, passarei um mês de "luto" numa ilha deserta. Aliás, o que os fãs da Xuxa cantarão no enterro dela? "Ilariê"? "Parabéns da Xuxa"? Se servirem brigadeiro, levarei meu sobrinho. Táh! Agora imaginem o que os fãs cantariam no enterro do Dado Dolabella! É... eu sei que é pegadinha. Ele não tem fãs. E o enterro do Gugu? Caixão branco, fãs cantando "Meu Pintinho Amarelinho" e o Marcelo Augusto aos prantos querendo ir junto.
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FONTE: A louca da Giovana Manzoli
Vou ficando por aqui, um beijo no seu monitor e um aperto de mouse!